Legenda para as cores acima



Italia
FASE ITALIANA
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1ª Geração da família CAVALLARO ( GIUSEPPE CAVALLARO )
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1819/1820 - Ano aproximado do nascimento de
GIUSEPPE CAVALLARO, na Itália.
1819/1820 - Ano aproximado do nascimento de
ANGELA STURARO, na Itália.
Casaram-se na Itália e tiveram 1 filho: Luigi Francesco Cavallaro.
Luigi (sic) seria filho único. Não se sabe Giuseppe e Angela vieram para o Brasil.
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2ª Geração da família CAVALLARO ( Filhos de GIUSEPPE
CAVALLARO e
ANGELA STURARO)
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1839/1840 - Ano aproximado do nascimento de
LUIGI FRANCESCO CAVALLARO, na Itália, filho de Giuseppe Cavallaro e Angela
Sturaro. Casou-se na Itália com Angela Regina Poli. Fez 3 viagens ao
Brasil (ver fatos em 1894, 1899 e 1905). Tinham então respectivamente 54
anos, 60 e 66 anos. No final da vida Luigi queria voltar para a Itália,
faleceu no Brasil e faltavam 2 semanas para completar 100 anos.
1839/1840 - Ano aproximado do nascimento de
Angela Regina Poli, na Itália. Fez 1 viagem ao Brasil (ver fato em 1894), tinha
então 53
anos. Faleceu entre 1894 e 1899. O nome registrado na Certidão de
Desembarque consta apenas como Regina, porém o nome correto é Angela
Regina Poli.
Fonte: Certidão de Batismo
do neto Angelo Cavallaro emitida pela Parocchia de Mardimago, Rovigo (RO).
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10.08.1863 - Nasce na Itália, região do Veneto,
PALMIRA CAVALLARO, filha de Luigi Francesco Cavallaro e Angela
Regina Poli. Foi batizada em Mardimago, distrito de Rovigo - RO. Casou-se na Itália. Emigrou para o Brasil. Não tiveram filhos. Seu marido morreu em Botucatu - SP. Casou-se novamente com Luiz Bigatti
e também não tiveram filhos.
Fonte: Data de nascimento verificada "in loco" por Ercilio Ramos Cavallaro, em 2005, nos registros da Paróquia de Mardimago - Rovigo (RO).
08.09.1866 - Nasce na Itália, região do Veneto,
SANTA CAVALLARO, filha de Luigi Francesco Cavallaro e Angela Regina
Poli. Foi batizada em Mardimago, distrito de Rovigo - RO. Não se sabe se
SANTA emigrou para o Brasil.
Fonte: Data de nascimento verificada "in loco" por Ercilio Ramos Cavallaro, em 2005, nos registros da Paróquia de Mardimago - Rovigo (RO).
17.04.1870 - Nasce na Itália
ANGELO CAVALLARO, filho de Luigi Francesco Cavallaro e Angela Regina
Poli. Angelo foi batizado em Mardimago,
distrito da cidade de Rovigo, Província de Rovigo,
Região do Veneto, nordeste da Itália. Casou-se
em 1891 com Chiara Maria Spagna e tiveram 12 filhos (ver quadro abaixo).
Fez 3 viagens ao Brasil (ver fatos em 1894, 1899 e 1905). Faleceu em
Londrina - PR aos 19.04.1944, com 74 anos.
1871 - Nasce na Itália
CHIARA MARIA SPAGNA (QUERINA), filha de Floriano Spagna e Tereza Spagna. Chiara foi batizada em Villadose, cidade
próxima a Rovigo, Província de Rovigo, Região do Veneto, nordeste da
Itália. Casou-se em 1891 com Angelo Cavallaro e tiveram 12 filhos (ver
quadro abaixo). Fez 3 viagens ao Brasil (ver fatos em 1894, 1899 e
1905). Faleceu em Londrina - PR, em 14.05.1939, com 68 anos.
1876 - Nasce na Itália
PASQUALE CAVALLARO, filho de Luigi Francesco Cavallaro e Angela
Regina Poli. Veio para o Brasil na 1º viagem em 1894. Tinha então 18
anos. O destino da família consta como ignorado. Não se soube mais do
paradeiro do mesmo.
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1891 - Casam-se em Buso Sarzano, Rovigo (RO), Itália Angelo
Cavallaro e Chiara Maria Spagna. Tiveram 12 filhos:
21.07.1891 - Nasce
GIOVANNI BATTISTA CAVALLARO, na cidade de Buso-Sarzano, hoje incorporada a cidade de
Rovigo,
Província de Rovigo, Região do Veneto, nordeste da Itália. filho de Ângelo Cavallaro e Chiara Maria Spagna.
Fez 3 viagens ao Brasil (ver fatos em 1894, 1899 e 1905). Tinha então
respectivamente 3, 8 e 14 anos. Casou-se com Luiza e tiveram 7 filhos:
José, Luiz, Anna, Assunta, Santo, Primo.
ANNA
CAVALLARO, casou-se com Antonio Silvestre
e tiveram 4 filhos: Luiz Silvestre, Maria Aparecida Silvestre, Ademir
Silvestre e Jose Lucio Silvestre
1894 - Nasce na Itália
ASSUNTA CAVALLARO. Tinha 3 meses ao chegar no Brasil em 1894 (1ª
viagem).
1894 - A família empreende sua 1ª viagem
emigrando da Itália para o Brasil.
11.10.1894 - Chega ao porto de Santos,
proveniente da Itália, o vapor RÉ UMBERTO (Rei Umberto).
13.10.1894 - Desembarcam o chefe da
família Luigi Cavallaro (Luigi Francesco Cavallaro) e sua esposa Regina (Angela Regina
Poli), ambos com 54
anos, trazem nesta viagem os filhos PASQUALE (18 anos) e ANGELO
(24) a nora CHIARA (23) e os netos GIOVANNI (3) e ASSUNTA (com
apenas 3 meses de idade).
O destino da família é ignorado.
Os imigrantes
vinham com destino certo - havia na época grande necessidade de uma
classe operária numerosa para trabalhar na construção das cidades, nas
fábricas ou na agricultura, principalmente a cafeeira. Eram trazidos de
trem do Porto de Santos para uma grande HOSPEDARIA DE MIGRANTES, hoje
tombada como Museu do Imigrante e guarda registros e um pouco da
história de todos os imigrantes que por ali passaram, denominada
Memorial do
Imigrante
Desde meados do
século XIX iniciou-se um processo de migração dos povos europeus para as
Américas e com a abolição dos escravos tornou-se irreversível a
necessidade de trabalhadores.
PASQUALE CAVALLARO e ASSUNTA CAVALLARO vieram nesta
primeira viagem, porém, não sabemos se ficaram no Brasil ou
voltaram a Itália.
1894 - Nasce na Itália
Augusto Cavallaro. Tinha 5 anos ao chegar no Brasil em 1899 (2ª
viagem). Há possibilidade de ter nascido no Brasil.
1896 - Nasce na Itália
Giuseppina Cavallaro. Tinha 3 anos ao chegar no Brasil em 1899 (está
relacionado como Giuseppe - 2ª viagem) e 9 anos em 1905 (3ª viagem)
1899 - Acontece a 2ª viagem da Itália
ao Brasil. Não se sabe quando a familia voltou para Itália.
22.11.1899 - Proveniente do Rio desembarcaram do vapor COLOMBO,
o
chefe da família Luigi Cavallaro (Luigi Francesco Cavallaro), porém consta que estava
viúvo. Novamente acompanhando vieram seu filho ANGELO a nora CHIARA e
seus 3
filhos: GIO BATTA (Giovanni Baptista - 8 anos), AUGUSTO (5 anos), GISEPPE (Giuseppina
- 3 anos) e DANTE (1 ano).
Portanto, 6 anos após a primeira viagem.
É desconhecido seAngela Regina Poli faleceu no Brasil ou na Itália.
Conta-se que DANTE CAVALLARO teria
falecido no navio. De praxe ele está relacionado na lista de passageiros.
O destino da família foi
São
Manoel - SP, próximo a Botucatu - SP.
1901 - Nasce na Itália
Regina Cavallaro, filha de Angelo Cavallaro e Chiara Maria Spagna. Tinha 4 anos ao chegar no Brasil (3ª viagem)
26.08.1903 - Nasce na Itália
Anselmo Armando Cavallaro, filho de Angelo Cavallaro e Chiara Maria
Spagna. Nasceu na cidade de Buso Sarzano, ora incorporada a cidade de
Rovigo - Província de Rovigo (RO),
Região do Veneto, nordeste da Itália. fez 1 viagem ao Brasil em
1905 (3ª), tinha então 2 anos. Casou-se com
Francisca Borges Pereira, em 29.06.1922,
na cidade de Pratânia - SP e tiveram 16 filhos: (ver quadro em 1922)
Novamente não se sabe quando, como e
quantos da família voltaram a Itália. Porém foi encontrado novo registro
de entrada da família no Brasil.
1905 - 3ª viagem ao Brasil.
1905 - Acontece a 3ª viagem da
família Cavallaro, da Itália para o Brasil. (Não se tem notícias de
outras viagens).
Proveniente da Itália, partiu do
porto de Genova em 28.09.1905 o vapor R. AMAZONAS. Dia
23.10.1905, quase um mês depois, chegou ao porto de Santos,
litoral do estado de São Paulo.
Portanto, 6 anos após a segunda
viagem voltaram ao Brasil, agora com destino a cidade de
Piracicaba, Estado de São Paulo, Fazenda de José Campos Botelho.
Desembarcaram dia 23.10.1905, entre tantos italianos os nossos
familiares :
LUIGI FRANCESCO CAVALLARO, com
66 anos e viúvo
Chefiando a família agora estava
seu filho :
ANGELO CAVALLARO, com 35 anos, agricultor, casado com
REGINA CAVALLARO, com 4 anos e
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O destino da família foi
Piracicaba - SP, para trabalhar como agricultores na fazenda de José
Campos Botelho. Provavelmente em fazendas de café.
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Brasil
FASE BRASILEIRA
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BODAS DE OURO
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1972 - Bodas de Ouro de Anselmo e Francisca |
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Bodas de Ouro Anselmo e Francisca, filhos, noras, genros, netos, bisnetos |
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Bodas de Ouro Na primeira fila: Edineia (Geraldo), Regina (Laura),
Rosa (Laura), Marileia (Gerado), Ednea (Ricardo), Janete (Ricardo) Na segunda fila: Beta, Rosinha e Inez (Nevercina)
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Bodas de Ouro Francisca e Anselmo e Giuseppina irmã de Anselmo ao centro
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Bodas de Ouro Francisca
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Bodas de Ouro Anselmo
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Bodas de
Ouro Vitorio,
Antonio e Anselmo
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Bodas de Ouro Amália e Vitório, Antonio, Anselmo e Francisca, Giuseppina
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Bodas de Ouro As irmãs Cavallaro Ana, Laura, Nevercina, Rosa e Aurea
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Bodas de Ouro Ricardo, Leia, Ana, Aurea, Laura, Pedro, Nevercina e Sebastião
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Bodas de Ouro Ana, Geraldo, João e Nelcio
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Bodas de Ouro Ana, Antonio Carlos, Jane e Nelcio
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Bodas de Ouro Arlindo, Pedro e Tião
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Bodas de Ouro (?), Pedro, Ercilio, Tião, Aurea
e Arlindo
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JUBILEU DE PRATA
27 de julho de 2008 - JUBILEU DE PRATA de Irmã Inês
Regina de Lima como missionária da Consolata.
Foi comemorado em Pedreira - SP, junto a comunidade,
parentes e amigos.
Transcrição de entrevista da Irmã Inês à
revista MISSÕES. Edição 06, Ano XXXV, julho/agosto 2008.
"A vida de missionária é uma aventura que me fascina.
Partilhar a fé entre raças, línguas, estilos de vida diferentes é muito
enriquecedor. Agradeço a Deus por tantas graças"
"Nasci no
estado do Paraná, em Apucarana. Minha família se transferiu para
Iracema, um povoado do município de Formosa d'Oeste, comunidade da
paróquia de Jesuítas, no mesmo estado. Lá vivi e recebi as bases da fé
cristã e ousaria dizer que lá também não só conheci, mas senti a vocação
missionária, graças a duas catequistas que em todos os encontros nos
convidavam a rezar por aqueles e aquelas que estavam em lugares
difíceis, muitas vezes perseguidos e perseguidas por anunciarem o
Evangelho de Jesus, ajudando os irmãos e irmãs mais pobres e
abandonados. De onde elas tiravam tanta informação, eu não sei. O que
sei é que isto entrou no meu imaginário e de lá nunca saiu; ficou
gravado na minha mente e mais ainda no meu coração. Até que um dia, num
dos encontros paroquiais, vieram à nossa capela alguns missionários para
falar das missões. Eles nos mostraram um filme sobre o seu trabalho. Aí
a minha imaginação viu a realidade. Foi a primeira vez que eu vi como
era a vida de uma missionária anunciando a Palavra de Jesus na
catequese, visitando e curando doentes, enfim, fazendo o bem e
consolando as pessoas. Senti dentro de mim uma forte vontade de ser como
elas. Eu era apenas uma adolescente de 12, 13 anos. Aos 15 estava
coordenando o grupo juvenil da comunidade.
As mediações de Deus
Num encontro
de jovens organizado pela paróquia, veio nos falar o padre Jordão
Pessati, da Consolata. Ele contou-nos muitas coisas da vida missionária
e no final do encontro entregou-nos uma ficha com uma pergunta:
"Jovem, o que você quer ser no futuro ?" A ficha mostrava
várias profissões e vocações, inclusive as sacerdotais, religiosas
e missionárias. Lembro que não pensei duas vezes e respondi que
queria ser missionária. Os coordenadores recolheram as fichas. Mal
sabia eu que a minha iria parar nas mãos das missionárias da Consolata
de Cafelândia. Pouco tempo depois, elas me escreveram uma carta
para saber se realmente eu estava pensando em conhecer melhor a
vocação missionária. Se assim fosse, elas viriam fazer-me uma visita.
Fiquei super emocionada e lhes respondi que sim. Porém, havia um
pequeno problema: os meus pais - eles não estavam muito de acordo.
Diziam: " É, a gente cria os filhos e quando eles começam a
ajudar nos abandonam". Aquilo doia no meu coração. Porém, eu
estava certa que o que eu iria fazer não era abandono. Por outro
lado, como fazê-los entender? Continuamente tentavam me dissuadir,
dizendo que aquela era uma idéia passageira. Além disso, naquela
altura, como toda adolescente, eu já tinha o meu pretendente e gostava
dele. Mas, no fundo, o amor que fazia o meu coração bater mais forte,
já era Jesus e a missão. Mesmo se aparentemente a vida transcorresse
normal, todos sabiam da minha decisão.
O encontro tão esperado
E o dia chegou.
Duas missionárias da Consolata vieram até a nossa casa. Elas explicaram,
a mim e aos meus pais, como deveria proceder para iniciar a minha
formação religiosa missionária. Claro, eu entendia a preocupação
dos dois. Viviamos na roça e a situação econômica era difícil; de modo
que eles pediram às irmãs seis meses para encaminhar as coisas.
Estávamos no mês de julho. Então, todos pusemos-nos a nos preparar.
Eles, a parte referente ao que eu deveria levar, e eu, como faria para
dizer ao meu namorado, que "outro" me havia roubado o coração... E, além
disso, devia preparar-me para retornar aos estudos. Nesse período de
decisão e já de acompanhamento vocacional, outro filme muito me ajudou:
"Mãos Vazias", que mostrava vários carismas. Aquela exposição confirmou
mais ainda que o Senhor estava mesmo me chamando para a vida
missionária. "Este é o meu lugar", disse a mim mesma.
Deixar tudo
Não foi fácil a
separação da família, do grupo de catequese e dos jovens. Era o dia 17
de fevereiro de 1977. Em Cafelândia, cidadezinha perto de Cascavel,
encontrei minha segunda casa e com as missionárias da Consolata a minha
família. Logo em seguida fui transferida para São Paulo, onde terminei
meus estudos e também a minha formação. Vivi minha primeira experiência
missionária em Niquelândia, estado de Goiás. Eu havia aprendido no tempo
de catequese, que os missionários partem; e eu também parti. Fui a
Itália, onde cursei Missiologia na Faculdade Urbaniana e fiz
especialização em Teologia Pastoral na Faculdade Camiliana. Aproveitei
de lindas experiências de férias em Campos Juvenis. Naquela época, eu
não pensava que aquilo já estaria me preparando para o meu futuro campo
de missão. Fui transferida para Portugal, trabalho de Animação
Missionária Vocacional (AMV). Foram cinco anos de intensa atividade com
jovens, numa maravilhosa ação em conjunto com os padres da Consolata e
outras nove Congregações, todas animadas pelo mesmo espirito da Missão.
Além fronteiras
Em maio de 1996
parti para a Venezuela com seus destacados rincões indígenas. Já são 12
anos que ali estou trabalhando. Oito anos vividos entre os indígenas das
etnias Wayüu, Ye'cuanas -Sánema e Warao. Atualmente, me encontro em
Carapit, uma grande favela na periferia de Caracas, ou seja, um morro
onde o amotoado de casas se confunde com o amotoado de pessoas em busca
de sobrevivência. Junto com mais duas irmãs orientamos todo o trabalho
pastoral da capela dedicada a Nossa Senhora Consolata. Dois dias por
semana trabalho na secretaria do COMINA - Conselho Missionário Nacional
e nos demais dias da semana continuo na AMV, em conjunto com os
missionários da Consolata.
No aniversário
dos meus 25 anos de Vida Religiosa, vim para o Brasil, para em
Pedreiras, interior de São Paulo, celebrar. Sinto-me muito feliz e
realizada por estar colaborando na construção do Reino de Deus. Não digo
que a vida missionária seja fácil; mas, mesmo assim, é uma aventura que
me fascina. Partilhar a fé entre raças, linguas, estilos de vidas
diferentes é muito enriquecedor e gratificante. Agradeço muito a Deus
por tanta graça e sigo em frente procurando ser fiel ao meu lema, que o
de São Paulo: "Fiz-me tudo para todos, para ganhar o maior número para
Cristo. Tudo faço pelo Evangelho, para dele me tornar participante"
(1Cor 9, 19.23). "
Missões: Rua Dom Domingos de Silos, 110 - 02526-030 -
São Paulo - SP - Telefax: 11-2256-8820 -
www.revistamissoes.org.br
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Com a Igreja N.S.Aparecida em Pedreira,
completamente lotada, deu-se início à missa de cerimônia do
Jubileu de Prata da Irmã Inês. |
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Uma missa diferente |
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Ir. Inês renovando votos
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Depoimentos de Missionários da Consolata
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Após a missa e a cerimônia o cumprimento do pai Sebastião
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Cumprimento fraterno dos amigos
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Dos parentes
Sebastião - Ercílio - Inês e Glacy
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No salão de festas, um almoço e muita comemoração
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Ercílio, Bete, Naldo, Sirlei, Sebastião, Inês e
Jorge
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O pai Sebastião e seus os filhos: Bete, Rinaldo, Inês
(com Jorge no colo), Laércio e Rosinei
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Inês com sobrinhos e primos
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Inês com os primos
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Inês e os primos: Ercílio, João Ross e ,recebendo a
lembrança do evento. Uma imagem de N.S. da Consolata, um belo
trabalho produzido em Pedreira pelo Laércio.
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Um painel expunha a trajetória da Irmã Inês
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Evolução pastoral
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Evolução pastoral
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O início da vida religiosa
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A atuação da Irmã Inês na Venezuela
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Junto às comunidades índigenas
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Atuando
na Venezuela
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Comunidades índigenas
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FIM - THE END -  |

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BIBLIOGRAFIA, FONTES e LINKS
Informações coletadas por Ercílio Ramos Cavallaro em entrevistas com meus pais, parentes e amigos. Complementadas por ema.jpg pesquisas em Cartórios, Arquivos Nacional, Estadual, Municipal, Cúrias, Web Sites e viagens às cidades. Livros, Enciclopédias, Filmes de Época, ...
Agradecimentos especiais aos colaboradores desta página: ...
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