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CAVALLARO

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Última atualização:

03-May-2026

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BORGES

ANCESTRAIS DE MARIA JOSÉ DO ESPIRITO SANTO
JOÃO RAMALHO (MALDONADO)

(*±1480, Vouzela, Viseu, Portugal; †03/05/1582, Piratininga, SP, Brasil) (FS•LRS5-WD7)

índia BARTYRA (M'BICI) (ISABEL DIAS)

(*±1495; †±1559) (FS•LDQB-GKY)

MARIA JOSÉ DO ESPIRITO SANTO
 (ou MARIA JOSÉ DO SACRAMENTO)

(*±1770, Tiradentes, MG, Brasil; †±1831, Sacramento, MG, Brasil) (FS•LYMG-VLN)


ANTONIO GONÇALVES BORGES, CAPITÃO

(*1770,São Francisco de Paula, São Francisco de Oliveira, MG, Brasil; †fev/1832, Sacramento, MG, Brasil) (FS•LBD6-XJR)

BRASÕES E ESCUDOS

Portuguese

BORGES

Portuguese

GONÇALVES

Brazil

SILVA

Portuguese

VIEIRA

Portugal

PEREIRA

Portuguese

FERREIRA

Portuguese

MARQUES

Portuguese

MATOS

Portugal

PRADO

Portuguese

MELO

 

 

 

Italy

CAVALLARO

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Portugal Italy Espanha France

INTRODUÇÃO

       Em de 2000, resolvi fazer um site da árvore genealógica da minha família. Estava reunindo documentos para o processo de dupla-cidadania italiana. Assim fomos adicionando parentes e ampliando nosso conhecimento sobre os nossos ancestrais. Nossas origens européias se revelam. O bêrço das nossas linhagens é Itália (Cavallaro), Portugal (Silva), Açôres-Portugal (Borges), Espanha ...

Cientes das dificuldades destes pioneiros no Brasil vamos resgatando nossa história no contexto histórico mundial e alimentando nosso propósito.

O site é dinâmico e será atualizado ao recebermos novas informações. Por isso não deve ser considerado uma versão "fechada". O conteúdo das páginas ou qualquer dado ali contido poderá ser alterado ao recebimento de informações mais concretas e que espelhem maior fidedignidade da nossa História.

As versões das histórias de cada pesquisador se complementam e enriquecem as nossas pesquisas, mas sempre haverá lacunas que devem exigir mais esforços em mais pesquisas e buscas. Contamos com a compreensão dos leitores e visitantes deste site, que podem ajudar fornecendo as informações corretas e documentadas.

Ercílio Ramos Cavallaro (descendente e pesquisador)
(nov 2025)

PROPÓSITO

A minha, a sua,... a nossa história

Estamos desenvolvendo este site com a finalidade de preservar e expor a memória de nossos antepassados que vieram para o Brasil.
Seja em busca de fortuna, em busca de uma vida melhor ou fugindo de uma situação difícil na pátria de origem.
Se você tem parentesco com Cavallaro, Borges, Silva, ... encontre a sua linhagem nos links apresentados.

| A saga dos BORGES e dos SILVA | BORGES - Brasão - Origem do nome - História | SILVA - Brasão - Origem do nome - História |

Ver mais nas páginas correspondentes:->mapa do site

Para complementação, ou re-ratificação de dados, reportar a contato@cavallaro.com.br

Ercílio Ramos Cavallaro (descendente e pesquisador)
(out 2023)


MALDONADO

BALBODE

 

 

Portugal

JOÃO VELHO MALDONADO

*±1460, Vouzela, Viseu, Portugal

†±1505, Vouzela, Viseu, Portugal

(FS•LDQB-TKR)

Portugal

CATARINA AFFONSO DE BALBODE

*±1440, Viseu, Portugal

†24/11/1519, Braga, Portugal

(FS•LDQB-TPG)


Nasceu em torno de 1460, em Vouzela, Viseu, Portugal. Não há fontes confiáveis, mas seria filho de João Vieira Maldonado e Maria da Silva, os dois de nascimento e falecimento desconhecidos.

Talvez João Velho tenha sido escudeiro da rainha Leonor de Portugal, no reinado de Dom João II (1481 - 1495).

Faleceu em torno de 1505, no mesmo lugar de nascimento, com 46 anos.


Catarina Affonso de Balbode nasceu em 1440, em Viseu, Portugal. Ela casou-se com João Velho Maldonado. Eles tiveram pelo menos 1 filho. Ela faleceu em 24 de novembro de 1519, em Braga, Portugal, com 79 anos.

Portugal

 

†±

(FS•)

Portugal

 

†±

(FS•)


 


 

Portugal Filhos:

Faleceu com 46 anos.

 

 

Fonte: Geneaminas
(FS) Family Search - abr 2026

Portugal Filhos:

 

 

 

Fonte: (FS) Family Search - abr 2026


Portugal

JOÃO RAMALHO (MALDONADO)

*±1480, Vouzela, Viseu, Portugal

†03/05/1582, Piratininga, SP, Brasil

(FS•LRS5-WD7)

Brazil

BARTYRA (M'BICI) (ISABEL DIAS)

*±1495

†±1559

(FS•LDQB-GKY)


João Ramalho nasceu em torno de 1480, em Vouzela, Viseu, Portugal, seu pai, João Velho Maldonado, tinha 20 anos e sua mãe, Catarina Affonso de Balbode, tinha 40 anos.
Casou-se com Catarina Fernandes das Vacas a quem deixou grávida em Portugal.
Não se sabe como João Ramalho veio parar no Brasil. Talvez tenha sido um náufrago, talvez degredado. Sabe-se que estava no Brasil pelo menos desde 1508. Algumas fontes dizem 1515.
Integrou-se na vida dos índios guaianazes adaptando-se aos costumes indígenas e casou-se com Bartira (Bartyra), seus contemporâneos diziam que havia "se barbarizado”.
A despeito dessas dúvida, a data mais “oficial” da chegada de Ramalho – 1509 – é calculada a partir do registro de sua excomunhão em 1549, onde foi anotado que João andava “amancebado há 40 anos com Bartira, filha de Tibiriçá”. Aborrecido com o evento, Ramalho escreveu a Manuel da Nóbrega denunciando o comportamento de alguns sacerdotes que também andavam “pecando contra a castidade” com algumas índias, o que levou Nóbrega a tomar medidas drásticas que, curiosamente, o aproximaram de Ramalho .

Era venerado, temido e respeitado pelos nativos.
Segundo o explorador alemão Ulrich Schmidel, João Ramalho “podia arregimentar cinco mil índios em um só dia, enquanto o rei de Portugal só ajuntaria dois mil”.
Em 1531, quando Martim Affonso de Sousa chegou ao Brasil, encontrou João Ramalho nos arredores de São Vicente. Nesta época, João Ramalho vivia no planalto de Piratininga, acima da Serra do Mar, e foi ele quem conduziu os portugueses serra acima, pela trilha do Paranapiacaba. Segundo o padre Manoel da Nóbrega, a vida de João Ramalho era “uma petra scandali. Tem muitas mulheres e ele e seus filhos andam com as irmãs de suas esposas e têm filhos delas. Vão à guerra com os índios, suas festas são de índios e assim vivem, andando nus como os índios”. Apesar das críticas dos jesuítas, João Ramalho era o verdadeiro senhor da região de São Vicente e Piratininga. Martim Affonso e seus sucessores sempre o consultavam antes de tomarem alguma decisão importante naqueles territórios. João Ramalho recebeu de Martim Affonso de Sousa terras de sesmaria, tornando-se assim proprietário oficial de áreas registradas pelo governo português. Martim Affonso nomeou-o “guarda-mor da borda do campo”, incumbindo-o de barrar qualquer português que tentasse avançar para o interior sem sua autorização. Tomé de Sousa escreveu ao rei informando que João Ramalho tinha “tantos filhos, netos e bisnetos, que não ouso dizer a Vossa Alteza. É homem de mais de setenta anos, mas caminha nove léguas antes do jantar, e não tem um só fio branco na cabeça ou no rosto”. genearc.net

João Ramalho. Quando aí descrevemos a sua descendência, lamentávamos a perda do seu testamento, que poderia nos orientar com segurança no assunto. Guiados então pelos "Apontamentos Históricos" de Azevedo Marques e por uma ou outra referência feita por Pedro Taques na sua "Nobiliarquia Paulistana", aí mencionamos cinco filhos, entre os quais: Catharina Ramalho e Beatriz Ramalho, que não foram f.ªs de João Ramalho; omitimos na lista dos f.ºs muitos outros e, e finalmente, seguindo o testemunho do revd.mo dr. Guilherme Pompeu, demos na pág. 31 do citado V. a Anna Camacho (mulher de Domingos Luiz) uma ascendência errônea em face dos dois novos documentos que nos vieram às mãos depois de publicado o 5° V., e que passamos a expor:.... ...... Da índia Izabel, que ele chamava sua criada, teve os seguintes f.ºs: 1.º André Ramalho 2.° Joanna Ramalho 3.° Margarida Ramalho 4.° Victorio Ramalho 5.º Antonio de Macedo 6.° Marcos Ramalho 7:º Jordão Ramalho 8.° Antonia Quaresma. Desta relação se vê que Catharina Ramalho, § 1.° da pág. 31 do V. 1.º. e Beatriz, § 3.° da pág. 34 do mesmo V., não foram f.ªs de João Ramalho. Segundo a genealogia escrita pelo padre Mascarenhas, Beatriz Dias, mulher de Lopo Dias, foi f.ª de Tibiriçá.
Fonte: Genealogia Paulistana Luiz Gonzaga da Silva Leme (1852-1919) Vol IX - Pág. 65 a 107 Adenda Geral Acrescentado em 14/09/2021 - GKP)

Ramalho era bastante respeitado pelos índios e isso certamente evitou que Martim Afonso de Souza fosse recebido com flechas e lanças pelos guainás quando Martim Afonso entrou na barra de Bertioga, em 22 de janeiro de 1532.
No ano seguinte, Ramalho ajudou Martim a construir um forte e proteger a vila de São Vicente, onde foi iniciada uma cultura de cana-açúcar e instalou-se um engenho – o Engenho dos Erasmos, um dos primeiros do Brasil. Martim também instalou o pelourinho (coluna pedra onde os criminosos eram expostos e punidos), a cadeia, a igreja e a Câmara. Em busca de ouro e acompanhado de Tibiriçá e Ramalho, o incansável e ganancioso capitão-mor remou de Santos a Cubatão, provavelmente subindo pelo Largo da Pompeba e ao longo do rio Cascalho, de onde a expedição partiu a pé pela serra do Paranapiacaba até a nascente do rio Tamanduateí e, de lá, para a Aldeia de Piratininga. Durante a viagem, Tibiriçá tornou-se um admirador tão grande do capitão que, ao ser seria batizado pelos jesuítas, escolheu como nome cristão “Martim Afonso Tibiriçá” em homenagem ao fundador de São Vicente.
Em Piratininga, Martim elevou a aldeia à categoria de Vila (Vila de São Paulo de Piratininga), dando a ela um pelourinho (símbolo do poder e da justiça) e uma Câmara de vereadores. Ciente da importância de Ramalho, Martim nomeou-o governante militar da vila.

Sua profissão aparece como aventureiro e explorador em Brasil. Em seu testamento, João Ramalho declarou ter sido escudeiro da rainha.

Tibiriçá morreria no natal de 1554 devido a uma epidemia de disenteria que assolou a aldeia Piratininga. Seus restos mortais encontram-se na cripta da Catedral da Sé. Em 1580, Susana Dias, sua neta, fundaria uma fazenda à beira do Rio Tietê, a oeste da cidade de São Paulo, próximo à cachoeira denominada pelos indígenas de “Parnaíba”. Hoje, é a cidade de Santana de Parnaíba. Entre os numerosos descendentes da linhagem de Tibiriçá encontra-se a rainha Sílvia, da Suécia.
Após o Cerco do Piratininga, Ramalho começou a afastar-se da vida pública, recusando o mandato de vereador para o qual foi eleito em 1564 e retirando-se para a região do Vale do Paraíba, para viver entre os tupiniquins. Contudo, em 1576, seu nome ainda constava em ata da Câmara paulistana. Em 3 de maio de 1580, já doente, mandou o tabelião Lourenço Vaz lavrar seu testamento em São Paulo de Piratininga.
A história de Ramalho sugere fortemente que Portugal planejou muito bem a colonização no Brasil. O processo não foi uma “coisa por acaso”, mas uma estratégia que vinha sendo estudado há tempos. Os portugueses perceberam, inclusive pela experiência com suas colônias na África, que um bom trato com a língua local resultava em relações econômicas melhores. Talvez por isso tenham enviado tantos “degredados” para o Brasil antes do passo definitivo para a colonização, iniciada a partir da década de 1530.

Faleceu em 3 de maio de 1582, na selva, em lugar desconhecido, em Piratininga, SP, Brasil, com 102 anos. Consta em algumas fontes que está sepultado em São Paulo, SP, Brasil.

A Origem dos paulistas - João Ramalho


Bartira (também conhecida como (flor de árvore) adotou nome cristã de batismo na Igreja católica de Isabel Dias.
Era de uma tribo tupiniquins tupinambá cuja trajetória foi importante para o estabelecimento da sociedade colonial no planalto paulista do século XVI.
Foi uma das filhas do famoso cacique Tibiriçá, um importante líder guaianá, e casou-se com João Ramalho nos costumes indígenas. Na época, estas relações entre as mulheres indígenas e os homens europeus eram a forma como as alianças políticas e diplomáticas eram construídas em várias partes dos impérios coloniais europeus. Presumivelmente em 1515, ela casou-se com o aventureiro-explorador João Ramalho, português natural de Vouzela, com quem viveu por mais de quarenta anos. Recebeu o nome de Isabel Dias ao ser batizada na religião católica pelos Jesuítas, no planalto de Piratininga. O casal teve nove filhos juntos, dos quais descenderam os principais membros das famílias da elite paulista colonial. (GENEALOGIA PAULISTANA - ADENDA GERAL - SILVA LEME Pág. 30 - Cap. 5.º)

João Ramalho foi casado em duas vezes: 1) Catarina Fernandes que após sua saída de Portugal em 1512 nunca mais a viu e não sabemos se ele teve filhos com ela. 2) Índia Bartyra na qual teve 11 filhos localizado na documentação:
Site: https://genearc.net/
 

 (conhecida também por Bartira, Burtira ou Isabel Dias) foi uma índia, filha do cacique Tibiriçá com a índia Potira. Após coabitar por quarenta anos, casou (celebração pelo padre Manuel da Nóbrega) com o português João Ramalho, nascido em Vouzela, Viseu, Beira Alta, Portugal e falecido aos 87 anos em São Paulo, em 1580. Desta união, nasceram filhos, cujos nomes cristãos eram André, Joana, Margarida, Francisco, Victorio, Antônio, Marcos, Jordão, Antônia Quaresma, Catarina e João; os filhos também tinham nomes indígenas. De Bartira descendem milhões de brasileiros, espalhados sobretudo pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Descende de Bartira, por exemplo, Antônio de Sousa Neto (por parte de mãe), que veio a proclamar a República Rio-Grandense. Há uma observação, porém: "Índia Bartira Mbcy O nome Bartyra significa "Flor de Árvore". Era também chamada de M'bicy. Em 1553, o padre Manoel da Nóbrega convenceu João Ramalho a se casar com Bartyra, que antes foi batizada e recebeu o nome cristão de Isabel Dias. Contudo, não se sabe se o casamento chegou a ser realizado, pois ela aparece no testamento de João Ramalho como "criada"."
Geneaminas (De Eduardo Librandi Júnior

Isabel Dias - A Matriarca dos Guaianases Nome completo: Bartira (batizada como Isabel Dias) Tribo: Guaianases, um subgrupo dos Tupiniquins Nascimento: Por volta de 1493, no planalto de Piratininga (atual São Paulo, Brasil) Falecimento: Data desconhecida Esposo: João Ramalho, explorador português 1. Origem e Ascendência Isabel Dias, nascida como Bartira, era filha do cacique Tibiriçá, líder dos Guaianases, um grupo indígena de destaque no planalto paulista. Autoridade Indígena: Tibiriçá, como chefe dos Guaianases, foi um dos principais intermediários entre os indígenas e os colonizadores portugueses, contribuindo para a pacificação da região e a fundação de São Paulo. 2. Conversão ao Cristianismo Padre Manuel da Nóbrega: Jesuíta que supervisionou sua conversão ao cristianismo, quando recebeu o nome de Isabel Dias. Missão Jesuíta: A conversão de Bartira simbolizou o sucesso da evangelização dos povos indígenas, um dos principais objetivos da Companhia de Jesus no Brasil. 3. Casamento com João Ramalho Bartira casou-se com João Ramalho, um português que foi recebido pelos Guaianases e integrou-se à tribo. Carta de Manuel da Nóbrega ao Padre Luís Alves da Câmara (1549): Registra que João Ramalho vivia entre os Guaianases, fortalecendo laços entre os indígenas e os portugueses. Aliança Estratégica: A união de Bartira e Ramalho consolidou as relações entre os dois povos, garantindo paz e apoio mútuo. 4. Papel Social e Cultural Mediadora Cultural: Isabel Dias foi uma figura central na integração cultural, facilitando o entendimento entre os indígenas Guaianases e os colonizadores. Matriarca: Gerou uma linhagem numerosa com João Ramalho, cujos descendentes desempenharam papéis importantes na elite colonial paulista. 5. Contribuições e Legado Influência na Fundação de São Paulo: Seu casamento e a liderança de seu pai Tibiriçá foram cruciais para a fundação de São Vicente e São Paulo de Piratininga. Papel na Evangelização: Como convertida ao cristianismo, Isabel Dias foi exemplo para outras conversões entre os Guaianases. Preservação da Cultura: A linhagem de Isabel manteve vivas as influências indígenas na sociedade paulista, mesmo com a crescente colonização. 6. Legado Isabel Dias, nascida Bartira, é lembrada como um símbolo da aliança entre portugueses e Guaianases. Sua vida representa a união de dois mundos, contribuindo para a formação cultural, política e social do Brasil colonial. Nota: Isabel foi mais do que uma figura histórica; foi um elo essencial entre os povos indígenas e os colonizadores, garantindo que sua cultura e legado permanecessem influentes por gerações. (pesquisa ChatGPT)

Portugal

 

†±

(FS•)

Portugal

 

†±

(FS•)


 


 

Brazil Filhos: 8

1- Antonia Quaresma *±1510, São Paulo, SP, Brasil–†±1613, SP, Brasil (FS•KDBJ-VX6)
2- Joana Ramalho  1512–1590
3- Victorio Ramalho  1512–1593
4- Margarida Ramalho  1522–1574
5- Marcos Ramalho  1527–
6-André Ramalho  1530–1588
7- Antonio de Macedo  1531–1590
8- Jordão Ramalho  1531–1610

 

Fonte: (FS) Family Search - abr 2026

Portugal Filhos:

 

 

 

Fonte: (FS) Family Search - abr 2026


CAMACHO

 

 

 

Portugal

BARTOLOMEU DIAS NUNES CAMACHO

*±1492, Viana do Castelo, Viana do Castelo, Portugal

†±1566, Santos, SP, BraSil

(FS•K64B-R3T)

Brazil

ANTONIA QUARESMA (RAMALHO)

*±1510, São Paulo, SP, Brasil

†±1613, SP, Brasil

(FS•KDBJ-VX6)


Bartolomeu Dias Nunes Camacho nasceu em torno de1492, em Viana do Castelo, Portugal.
Ele teve geração de 2 casamentos, 1526 e 1533. Teve  3 filhos e 5 filhas com Antonia Quaresma.
Foi mencionado como um dos povoadores da Capitania de São Vicente, onde teria se estabelecido depois de 1540, com a família
Ele faleceu em 1566, em Santos, São Paulo, Brasil, com 74 anos.


Antonia Quaresma nasceu em São Paulo, por volta de 1510, filha de João Ramalho e a índia Bartyra/M'Bicy (que converteu-se ao cristianismo e tomou o nome de Izabel Dias). Ela teve 3 filhos e 5 filhas com Bartolomeu Dias Nunes Camacho. Ela faleceu aproximadamente 1613, em sua cidade natal.

Portugal

 

†±

(FS•)

Portugal

 

†±

(FS•)


 


 

Portugal Filhos: 8

1- Beatriz Camacho (*±1516; †) G1WS-BWC
2- Jorge Camacho (*±1518; †) G1W3-KX4
3- Maria Fernandes Camacho (*±1520; †1570 • GYCW-SLM
4- Antonia Camacho (*±1532; †) G1WS-G2Q
5- Jorge Camacho (*±1533; †) GYCW-JFP
6-
Gonçalo Dias Camacho (*±1534,Viana do Castelo Municipality, Viana do Castelo, Portugal; †1630, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LDN2-S9D)
7- Anna Camacho (*±1545; †) GPF1-PDC
8- D Camacho (*±1550; †) PMMQ-CLJ

 

 

Fonte:asbrap.org.br - Genealogia Paulistana
 (FS) Family Search - abr 2026

Portugal Filhos:

 

 

 

Fonte: (FS) Family Search - abr 2026


LUIZ

DOMINGUES

 

 

Portugal

LOURENÇO LUIZ

*±1520, Portugal

†±1615

(FS•PQGM-P3X)

Portugal

LEONOR DOMINGUES

*±1520, Portugal

†±1590

(FS•PM8Y-GFM)


 Lourenço Luiz nasceu por volta de 1520, em Portugal. Ele teve pelo menos 1 filho com Leonor Domingues. Faleceu em 1615, com 95 anos. 


 Leonor Domingues nasceu por volta de 1520, em Portugal.
Faleceu por volta de 1590, com 71 anos.

Portugal

GONÇALO DIAS CAMACHO

*±1534,Viana do Castelo Municipality, Viana do Castelo, Portugal

†±1630, São Paulo, SP, Brasil

(FS•LDN2-S9D)

Brazil

CATARINA DIAS(RAMALHO) FERREIRA

*±1532, SP, Brasil

†±1613, SP, Brasil

(FS•L276-B13)


Gonçalo Dias Camacho nasceu por volta de 1534, em Viana do Castelo, Viana do Castelo, Portugal, filho de Bartolomeu Dias Nunes Camacho e Antonia Quaresma. Com Catarina Dias tiveram 5 filhos e 7 filhas.

Foi morador da Vila de São Paulo. Em 1589, seguiu na expedição contra os gentios (índios revoltosos)  guarulhos de Mogi
Faleceu por volta de 1630, em São Paulo, com 97 anos.


Catarina Dias Ferreira nasceu em 1532, em São Paulo, Brasil, seu pai, Capitão-mor Jorge Ferreira, tinha 29 anos e sua mãe, Joana Ramalho, tinha 21 anos.
A fonte Genearc diz que foi mãe de 1 filho e 4 filhas.

Faleceu em 1613, em São Paulo, com 81 anos.

?

Portugal Filhos: 1

1- Domingos Luís, o Carvoeiro (*±1540, Marinhota, Santa Maria da Carvoeira, Viana do Castelo, Portugal; †01/01/1615, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LC5J-S62)

 

Fonte: (FS) Family Search - abr 2026

±1559, Santos, SP, Brasil

Portugal Filhos: 12

1- Ana Camacho (*±1550, São Paulo, SP, Brasil; †±1613, São Paulo, SP, Brasil)(FS•LC5N-VYN)
2- Maria Camacho 1550–Deceased • GMCT-59Y
3- Miguel Camacho 1550–Deceased • GV8V-477
4- Sra Camacho 1551–Deceased • GV8V-GY6
5- Domingos Camacho 1552–Deceased • GV8V-8FY
6- Jorge Camacho 1554–1624 • GY6K-2H1
7- Beatriz Farel Dias Cortes 1556–1610 • LBZ7-2Y6
8- Jorge Camacho 1556–Deceased • G72Q-RYM
9- Esperança Camacho 1558–1623 • LTY8-1ST
10- Joanna Camacho 1558–Deceased • GV8V-L82
11- Antonio Camacho 1560–1640 • GVNY-6DW
12- Margarida Camacho 1561–Deceased • GV8K-9RN

 

 

Fonte: Genearc
Fonte:asbrap.org.br - Genealogia Paulistana
Fonte: Fonte: (FS) Family Search - abr 2026


Portugal

DOMINGOS LUIS, o Carvoeiro

*±1540, Marinhota, Santa Maria da Carvoeira, Viana do Castelo, Portugal

†01/01/1615, São Paulo, SP, Brasil

(FS•LC5J-S62)

Brazil

ANA CAMACHO

*±1550, São Paulo, SP, Brasil

†±1613, São Paulo, SP, Brasil

(FS•LC5N-VYN)


Domingos Luís, o Carvoeiro nasceu por volta de 1540, em Viana do Castelo, Viana do Castelo, Portugal,
cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Seu pai, Lourenço Luiz, tinha 21 anos e sua mãe, Leonor Domingues, tinha 21 anos. Casou-se com Ana Camacho e tiveram 3 filhos e 4 filhas.
Em 1563 foi nomeado Capitão dos Índios.
1579, fundador da capela de N.S. da Luz, no bairro
Ipiranga, SP, Brasil, onde vivia em sua fazenda.
1594, proprietário dos primeiros sobrados cobertos
de telha, na Vila de São Paulo.
1596 e 1607, Vereador na Vila de São Paulo.
1610, com 71 anos, sua profissão aparece como provedor da santa casa de misericórdia em São Paulo.
Domingos faleceu em 1 de janeiro de 1615, na cidade de São Paulo, com 76 anos, onde foi sepultado.
(elementos do testamento de Domingos Luiz, transcritos por Pedro Taques e Silva Leme), veio para São Vicente no terceiro quartel do século XVI.)


Ana Camacho nasceu por volta de 1550, em São Paulo, SP, Brasil.  Seu pai, Gonçalo Dias Camacho, tinha 17 anos e sua mãe, Catarina Dias Ferreira, tinha 19 anos. Casou-se com Domingos Luís por volta de 1567. Faleceu em 1613, Na cidade de São Paulo, com 64 anos, onde foi sepultada.

Portugal

MANOEL ALBERNAZ

*±1550, Faial, Açôres, Portugal

†13/05/1596, Rio de Janeiro, Brasil

(FS•GM8N-383)

Portugal

MARGARIDA DA COSTA

*±1560, Terceira, Açôres, Portugal

†±1620, Rio de Janeiro, Brasil

(FS•L5R7-739)


Manoel Albernaz nasceu em 1550, em Faial, Açores, Portugal. Seu pai, Rodrigo Fernandes de Albernaz, tinha 40 anos e sua mãe, Maria de Faria, tinha 30 anos. Ele casou-se com Margarida da Costa. Eles tiveram pelo menos 3 filhos e 1 filha. Ele faleceu em 13 de maio de 1596, no estado do Rio de Janeiro, Brasil, com 46 anos.


Margarida da Costa nasceu em 1560, em Terceira, Açores, Portugal. Seu pai, Capitão Jordão Homem da Costa, tinha 39 anos e sua mãe, Apolônia Domingues Rodrigues, tinha 28 anos. Ela casou-se 1º com Manoel Albernaz por volta de 1586. Casou-se também com João Rodrigues Faleiro e tiveram 4 filhos. Depois em 1599, casou-se com Diogo Dias Gonçalves Ferreira, sem filhos. Margarida faleceu em 1620, em Rio de Janeiro, Brasil, com 61 anos.

±1567

Brazil Filhos: 7

1- Inês Camacho (*±1567, São Vicente, SP, Brasil; †23/10/1623, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LRCV-X5N)
2- Leonor Domingues (*±1570, São Vicente, SP, Brasil; †11/11/1630, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LRGH-8DN)
3- Domingos Luiz "O Moço" (*±1576, São Vicente, SP, Brasil; †±1613, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LC5N-KDG)
4- Bernarda Luís (*±1578, São Paulo, SP, Brasil; †±1649, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LJLK-KDD)
5- Domingas Luís (*±1580, São Vicente, SP, Brasil; †±1640, Brasil) (FS•GSFJ-F18)
6- Miguel Luís (*±1582, São Vicente, SP, Brasil; †, São Paulo, SP, Brasil) (FS•GSFJ-VGF)
7- Antônio Lourenço Camacho (*±1585, SP, Brasil; †06/03/1658, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LZKG-79X)

 

Fonte: Genealogia paulistana, Os carvoeiros - abr 2026
Fonte: (FS) Family Search - abr 2026

Brazil Filhos: 4

1- Apolônia de Albernaz (*±1586, RJ, Brasil; †±1640) (FS•LY39-LGX)
2- Capitão João Homem da Costa Albernaz (*±1588, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; †15/09/1664, Mogi das Cruzes, SP, Brasil (FS•L1ZP-93L)
3- Capitão Manuel Homem da Costa Albernaz (*±1595, São Paulo, SP, Brasil; †±) (FS•KNJN-P64)
4- Francisco Homem da Costa Albernaz (*±; †±) (FS•PQZB-4CV)

 

Fonte: Albernazes e Homem da Costa - abr 2026
Fonte: (FS) Family Search - abr 2026


TEIXEIRA CID

 

JACQUEZ

 

Portugal Pai

Francisco Teixeira Cid

(*±1550, Portugal; †±1594, São Paulo, SP, Brasil) (FS•G78D-HXC)

Brazil Mãe

Inês Camacho

(*±1567, São Vicente, SP, Brasil; †23/10/1623, São Paulo, SP, Brasil) (FS•LRCV-X5N)

∞ ±1587

France Pai

Mateus Jacques

(*±1585, França; †) (FS•LY37-SWY)

Portugal Mãe

Apolônia de Albernaz


(*±1586, RJ, Brasil; †±1640) (FS•LY39-LGX)

∞ ±1603, Rio de Janeiro, Brasil

Brazil Filhos: 4

1- Domingos Teixeira Cid (*±1584, SP, Brasil; †±1649, Brasil) (FS•LCQV-FQ3)
2- Padre Antonio Teixeira (*±1588; † Brasil) (FS•LCQV-F4V)
3-
Francisco Teixeira Cid (*±1590, SP, Brasil; † Brasil) (FS•LCQV-F7J)
4- Teixeira (m) (*±1594, São Paulo, SP, Brasil; †) (FS•LHZH-K7Y)

PortugalFilhos:

1- Margarida da Costa (*±1604; †) (FS•)GZLM-DJP
2-
Inácio Jaques Albernaz (*±1616; †) (FS•)LY37-MH8
3- Lúcia Jaques De Albernaz (*±1619; †) (FS•)LY37-M5C


 

RODRIGUES

 

 

Brazil Pai

Francisco Teixeira Cid
(*±1590, SP, Brasil; †) (FS•LCQV-F7J)

Brazil Mãe

Isabel Rodrigues
(*±1592, São Paulo, SP, Brasil; †) (FS•LHZH-VFT)

∞ ±1622, São Paulo, SP, Brasil

Brazil Pai

Inácio Jaques Albernaz
(*±1616, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; †±) (FS•LY37-MH8)

Portugal Mãe

Maria Vaz
(*±1620, Portugal; †±) (FS•LY3Q-1GV)

∞ 09/11/1638, Nossa Senhora da Ajuda, Guapimirim, RJ, Brasil

BrazilFilhos: 3

1- Francisco Teixeira Cid (*±1623, Brasil; †) (FS•LBLV-KGZ)
2-
Capitão Antônio Teixeira Cid (*±1625, Taubaté, SP, Brasil; †±1678, N.S. do Bom Sucesso de Pindamonhangaba, Taubaté, SP, Brasil) (FS•9FMB-ZJV)
3- Francisca Teixeira d'Oliveira (*±1626, Taubaté, SP, Brasil; † Taubaté, SP, Brasil) (FS•KLJZ-XSB)

BrazilFilhos: 2

1- Apolônia de Albernaz (*1638, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; †±1678) (FS•9FMB-ZVS)
2- Inácio Jaques de Albernaz (*1641; †±1695) (FS•LY37-95G)


COSTA PRETO

GOMES

 

 

Brazil Pai

Ciríaco da Costa Preto
(*±1625, Taubaté, SP, Brasil; †±1699, Taubaté, SP, Brasil) (FS•G8TM-8JY)

Brazil Mãe

Inocência Gomes
(*±1640, Rio de Janeiro, Brasil; †) (FS•G8TM-V4H)

∞ ?

Brazil Pai

Capitão Antônio Teixeira Cid
(*±1625, Taubaté, SP, Brasil; †±1678, N.S. do Bom Sucesso de Pindamonhangaba, Taubaté, SP, Brasil) (FS•9FMB-ZJV)

Brazil Mãe

Apolônia de Albernaz
(*±1638, Rio de Janeiro, RJ, Brasil; †±1678) (FS•9FMB-ZVS)

∞ ±1655, Taubaté, SP, Brasil

BrazilFilhos: 4

1- Antônio da Costa Preto (*±1657, Taubaté, SP, Brasil; †) (FS•G8TM-DK1)
2-
Capitão Bento da Costa Preto (*±1658, Taubaté, SP, Brasil;†±1730) (FS•LD23-CSH)
3- Pedro da Costa Preto (*±1659, Brasil; †) (FS•G8TM-26W)
4- Maria da Costa Preto (*±1670, Brasil; †) (FS•M9CJ-ZVC)

BrazilFilhos: 2

1- Francisco Teixeira Cid (*±1656, Taubaté, SP, Brasil; †±1700, Taubaté, SP, Brasil) •GSVR-QH4
2-
Leonor Rodrigues Cid
(*±1658, Taubaté, SP, Brasil;†±1696, Taubaté, SP, Brasil) (FS•LY7P-YGR)


   

Brazil Pai

Capitão Bento da Costa Preto
(*±1658, Taubaté, SP, Brasil;†±1730) (FS•LD23-CSH)

Brazil Mãe

Leonor Rodrigues Cid
(*±1658, Taubaté, SP, Brasil;†±1696, Taubaté, SP, Brasil) (FS•LY7P-YGR)

∞ ±1679 Taubaté, São Paulo, Brasil
2ªs nupscias de Leonor

 

BrazilFilhos: 5

1- Rosa Maria da Costa (*±1680, SP, Brasil; †±1700, Brasil) (FS•GMTS-JM4)
2- Leonor Rodrigues de Albernaz (*±1690, São Francisco das Chagas de Taubaté, SP, Brasil; †21/09/1738, Barbacena, MG, Brasil) (FS•27SS-JDP)
3-
Apolônia Rodrigues de Albernaz (*±1690, Guaratinguetá, SP, Brasil; †11/09/1756, Baependi, MG, Brasil) (FS•LBLL-2TJ)
4- João Rodrigues Cid (*±1691, Curitiba, PR, Brasil; †±1759, MG, Brasil) (FS•GVKB-G6C)
5- Bento da Costa Preto, o Moço (*30/09/1692, Taubaté, SP, Brasil; †±1765, Brasil) (FS•LT6C-WPF)


 

Portugal Pai

João Antunes de Brito
(*±1680, Taubaté, SP, Brasil; †) (FS•DG35P-C3R)

Brazil Mãe

Apolônia Rodrigues de Albernaz
 (*±1690, Guaratinguetá, SP, Brasil; †11/09/1756, Baependi, MG, Brasil) (FS•LBLL-2TJ)

∞ ±1705, Santa Maria de Bependi, MG, Brasil

 

BrazilFilhos: 6

1- Maria Pedrosa (*±1703; †) (FS•KN18-H2K)
2- Leonor Rodrigues Cide Neta (*±1704; †) (FS•G35P-61M)
3- Escolástica Maria de Albernaz (*±1707; †±1785) (FS•LDKG-VS8)
4-
Isabel Pedrosa de Brito (*1711, Brasil;†MG, Brasil)(FS•G7W3-2CM
5- Bento da Costa Antunes (*±1718; †) (FS•GKB4-1M6)
6- José Antunes Barbosa (*±1720; †) (FS•K4XC-YQR)


BrazilAvô paterno

5) - Manoel Borges
(*Batismo:17/12/1690; †05/09/1742

BrazilAvó paterna

Joanna (Joana) Batista
(*; †)

BrazilAvô materno


(*; †)

BrazilAvó materna

Clara Maria de Santo Antonio
(*1720; †) (FS•L1FL-1R7))

PortugalPai

3) - Clemente Borges (*1728) (FS•GD26-HMM)

PortugalMãe

Rosa Clara de Jesus (*1745/50) (FS•LYMG-RSN)

BrazilAvô paterno

Antonio Dias
(*1698, Portugal; †Portugal) (FS•GXZG-1C2)

BrazilAvó paterna

Francisca Martins
(*1700, Portugal; ††Portugal) ((FS•GXZG-TJ4))

BrazilAvô materno

Domingos Martins do Prado
(*1709, Brasil;†) ((FS•GH2C-RNK))

BrazilAvó materna

Isabel Pedrosa de Brito
(*1711, Brasil;†MG, Brasil)(FS•G7W3-2CM

PortugalPai

José Martins de Aguiar
(*28/09/1728, Vreia de Bornes, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Portugal; †1788, Tiradentes, MG, Brasil) (FS•L161-YHK)

BrazilMãe

Isabel Pedroso de Brito(*; †) (FS•L161-56W)

06/04/1761, São João Del Rei, MG, Brasil

Brazil Filhos

Filhos: Tiveram comprovadamente 5 filhos dos quais sobreviveram 4.
Mais 2 possíveis filhos. Certamente tiveram outras filhas também, mas sem o registro explícito em documentos não há como comprovar.

1) - José Gonçalves Borges (1765) (*1765/70), Jacinta Luiza da Conceição e 2º Teodora Maria da Cunha
2) - Antonio Gonçalves Borges (1770) (*± 1770), Maria José do Espirito Santo
3) -
Bernardo Gonçalves Borges (1779) (*1779), Silvana Rosa de Jesus
4) - Maria (*batizada em 18.09.1785, em Candeias)
5) - Clemente (Há um registro de óbito, parece que de 1784 em São Bento de Tamanduá, de criança deste nome, filho de Clemente e Rosa Clara - sem possibilidade de estimar a data, pois os anos estão fora de ordem e o documento quase ilegível)

Existe a possibilidade de haver mais 2 filhos:
6) - Francisco Gonçalves Borges, que batizou uma filha de José Gonçalves Borges em 1790, em Candeias, juntamente com Inácia Maria de Jesus. Sem mais notícias.
7) - Domingos Gonçalves Bruges († 20.11.1789 - Tamanduá

Brazil Filhos

1- Francisca Maria de Jesus (*1761; †) •GDB7-8T8
2- Jose Martins de Aguiar (*1763; †) •GC3Z-91X
3- Marianna Pedrosa de Jesus (*1766; †1823) •L1XM-MKD
4- João Martins de Aguiar (*1768; †) •GJBL-1R4
5-
Maria José do Espírito Santo (*1770; 1831) •LYMG-VLN
6- Rita Pedroza de Brito (*1775; †) •GJBG-9XF


(Nome de solteira) - (FS•LYMG-VLN)

MARIA JOSÉ DO ESPIRITO SANTO

Nascimento: 1770, Batizada em 11/09/1770 em Tiradentes, MG, Brasil
Casamento: 1790, MG, Brasil, com Antonio Gonçalves Borges
Residência: São Francisco de Paula, região de Candeias , MG, Brasil
Falecimento: ±1831, Sacramento, MG, Brasil

(Nome alternativo)

MARIA JOSÉ DO SACRAMENTO

 

(Nome) - (FS•LBD6-XJR)

ANTONIO GONÇALVES BORGES, CAPITÃO

Nascimento: 1770, em São Francisco de Paula , MG, Brasil
Relacionamento: Isabel Moreira da Rosa
Casamento: 1790, MG, Brasil, com Maria José do Espirito Santo
Residiram em São Francisco de Paula, região de Candeias , MG, Brasil.
Falecimento: fev 1832, em Sacramento , MG, Brasil

Filho de Antonio Gonçalves Borges (*1770) e Isabel Moreira da Rosa (não foram casados)

1) - Antonio Gonçalves Borges (*±1790) Leonor Antônia de Jesus (*1790)

Filhos de Antonio Gonçalves Borges (*1770) e Maria José do Espirito Santo (ou Sacramento)

2) - Maria Angélica Borges (*1790)(FS•GDDS-4QM) Manoel Fernandes Barbosa (*1780)
3) - Jerônima Rosa do Sacramento (*1792; 1870) (FS•L125-MG7) Manoel Luiz de Oliviera
4) - Ana Rosa do Sacramento (*1794) (FS•L1X2-GCN) 1º João Alves de Araújo, 2º Manoel José Moreira
5) - Clemente Gonçalves Borges (* ) (FS•GC65-3ZF) Angélica Antonia de Jesus
6) - João Gonçalves Borges (*1801; 1893) (FS•L16K-H94) Donância Maria do Espirito Santo (*1804)
7) - Rosa Maria do Sacramento (*1799/1808; 1881) (FS•L1LZ-FNT) José Inácio de Faria
8) - Miguel Gonçalves Borges (*1804; 1860) (FS•L6YF-81B) Joana Maria Fausta (1811; 1859)
9) - Tereza Luiza de Jesus (1805; 1845) (FS•LBD6-D3X) Luiz Manoel de Oliveira
10) - Antonio Gonçalves Borges  (*1806;†1842) (FS•GHDM-CH2) Senhorinha Maria de Jesus
11) - Joaquim Gonçalves Borges (*1807, ) (FS•LBDX-8ZM) Ana Rita de Jesus
12) - Joaquina Rosa do Sacramento (*1809; 1846) (FS•L125-9Q7) Francisco José Martins
13) - Josefa Maria de Jesus (Rosa do Sacramento) (*1820; ) (FS•L1LS-CY7) - solteira em 1831
14) - Ana Rosa do Sacramento (*; ) (FS•GRPY-YP1)

? Geronima Gonçalves Borges (*1874) (FS•6XMN-KQR5). OBS.: Na posição anterior havia um Jerônimo Gonçalves Borges, porém sem informações. Esta Geronima é filha de Antonio Gonçalves Borges e Maria José do Sacramento, porém como nasceu em 1874, reservamos para posterior considerações, tendo em vista que os últimos filhos do casal nasceram em 1820/1822.

Fonte: FS•(Family Search) - jun 2024

 

 

Descendentes de Maria José do Espirito Santos e Antonio Gonçalves Borges






 

FIM - THE END -





 





 

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- Said Vieira Borges, forneceu o protótipo de seu livro com informações suas e de outros pesquisadores
- Veralucia Borges, de Sacramento (MG), enviou os dados da seus pais e irmãos
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- Sonia Amancio de Melo enviou os dados de seus pais e irmãos, bem como várias fotos entre elas a de Urias Antonio Garcez da Silva e Barbara Rita (Cândida) de Jesus
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